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terça-feira, 3 de março de 2015
Altruísmo (comercial) em Coimbra
Neste mês de saída do Inverno, a noite em Coimbra tem ainda poucos restaurantes abertos à noite. Mas os que abrem parece serem os melhores.
Por sensata sugestão amiga, tentei o "Zé Manel dos Ossos", mas a fila de espera era grande e os preços também podiam ser menores. Fica para a próxima.
Recorri depois ao meu porto seguro em Coimbra, os restaurantes da Praça do Comércio, onde invariavelmente degusto uma excitante chanfana de cabra.
Mas ontem a noite era feita a dois e alguma sisudez denotada no rosto do comparsa do momento levou-me a pedir conselho ao dono do restaurante da chanfana.
E então foi o festival, com o homem a perorar sobre uns 10 restaurantes que, ali bem perto, seriam então melhor opção que o seu próprio.
Um porque seria mais barato, outro mais típico, outro mais amplo, outro ainda porque era visitado por muitos turistas, o que significaria fama internacional, e por aí fora.
Não se lembrou o cavalheiro de nos recordar uma só qualidade em que a sua casa se pudesse destacar.
A isto chamo eu de altruísmo comercial. Ou será pura parvoíce?
O facto é que lá segui o seu conselho e lá encontrei a chanfana feita à moda da serra e também de fino calibre, na Adega do Paço do Conde, desde já uma nova e muito competitiva referência gastronómica em Coimbra. Por uns 3 euros a menos, coisa com a sua importância nos magriços tempos que vivemos.
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